segunda-feira, 16 de junho de 2008

A Quatro Paredes ou Não

As paredes me vigiam
O relógio me controla
A cama me sente
A porta me isola
Eu estou a quatro paredes
Mas só meu corpo está aqui
Minha alma corre contra ao vento, no horizonte por aí
Sinto o frescor da brisa
A leveza que me move
O luar agora me banha
Com suas luzes fortes mas serenas
Eu retorno ao meu corpo, gelado e tenebroso
Triste é este retorno
Hoje eu sou só “um” corpo

Jenniffer M.

4 comentários:

num relance disse...

é bom ter um corpo para ser-se
para existir
porque afinal
somos o que quisermos ser

Jenniffer Moura disse...

Sim, um corpo para se situar, porque às vezes a alma toma forma e anda só.

Obrigada pelo comentário.

>>>M disse...

Nossa, isso é que é poema.
Não sabia dessa sua vertente artística...Parabéns
=DDDDDDDDDDD

Beijos!

Jenniffer Moura disse...

Obrigada Má,

Nem eu mesma me conheço rs....


Bjs